Nos últimos anos tenho lido e ouvido inúmeras ideias para que a vida na Terra seja "sustentável".
Redução do efeito estufa, preservação da diversidade biológica, 3Rs, mudança climática, são algumas expressões da moda. O problema é que a maioria das propostas não passa de uma boa intensão.
![]() |
| Carros elétricos e o impasse sobre a fonte de energia |
Uma delas, e possivelmente a mais recorrente, é aquela que defende a fabricação de carros elétricos, basicamente por serem menos poluentes. O estranho é que os mesmos ambientalistas que defendem esse tipo de produto são radicalmente contra a construção de novas usinas de energia...
Citando Rodolfo Araújo "Se hoje já vivemos crises energéticas, imagine tendo que carregar a bateria do carro.
Já estou imaginando a mobilização, passeatas, abaixo-assinados de ecologistas-ipanemenses para impedir a construção de usinas hidrelétricas, termoelétricas ou mesmo nucleares para gerar energia para... carros elétricos."
Entre outras nonsense que volta e meia nos são enfiadas goela abaixo, sou mais a minha ideia:
Que tal uma pequena intervenção cirúrgica em toda a população do mundo para tornar o corpo humano mais eficiente?
Que máquina perfeita, que nada! Nada é tão bom que não possa ser melhorado.
![]() |
| Feliz adepto da urinoterapia |
A sugestão é bem simples: assim como já funciona com a maioria das plantas industriais 'inteligentes', nosso corpo poderia recircular boa parte da água consumida.
Não, não... não pensem que sou adepto da urinoterapia. Longe disso...
O que estou propondo é que exista uma política pública para que os ureteres (canais que ligam os rins à bexiga) de todas as pessoas sejam ligados ao início do intestino grosso.
E por que a ideia é boa?
Ora, se o intestino grosso é responsável por drenar o bolo fecal, reduzindo o desperdício d'água no sistema digestivo, poderia fazer o mesmo com o produto final do sistema excretor. Assim, a perda de líquido seria mínima! Basicamente, apenas pelo suor.
Até o desempenho de nossa economia seria potencializado, visto que os funcionários gastariam consideravelmente menos tempo para se reidratar ou ir ao banheiro, gerando maior produtividade por mão de obra.
![]() |
| Fim do problema ambiental |
Se o consumo de água potável é reduzido, com a menor utilização das descargas nos banheiros, o volume de água contaminada também seria.
Não é o máximo?!?
Poderíamos começar com nossos pequenos futuros descendentes, que tal?
E o que aconteceria com a bexiga, sem utilidade?
Ora, poderemos pensar em amenizar a fome de alguns excluídos...
Cloaca no Green Peace já!



Nenhum comentário:
Postar um comentário